domingo, 29 de novembro de 2009


 Ela morreu.

 Rostos desconhecidos me encaravam. Tinham uma expressão de medo e insegurança. Sim, foi um funeral triste. A mãe dela não aguentou e desmaiou.
 Para muitos, eu deveria ser um estranho. Mas não. Alguns me acusariam de tê-la matado. Metade verdade, metade mentira.
 Acho que tudo começou por quê eu decidi matá-la... dentro de mim. Instinto de sobrevivência. É, um paradoxo também. Como eu poderia viver com ela? Como eu poderia viver SEM ela?
 Fiquei... arrasado. Como eu poderia viver agora? A razão da minha existência simplesmente... desapareceu. Sua centelha de luz se apagou.
 Os rostos desconhecidos continuavam me encarando. Mas agora, estavam com uma expressão de... ódio.

 Será que eu, ao matá-la dentro de mim, também à matei nesse mundo? Dúvidas...

"In vain have I struggled. It will not do. My feelings will not be repressed. You must allow me to tell you how ardently I admire and love you."

But it's too late.

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