terça-feira, 1 de dezembro de 2009

"Sempre achei que as coisas, em geral, só poderiam ocupar 1 lugar ao mesmo tempo. Ué, existem teorias que comprovam isso.

Sei que certas coisas nasceram para quebrar regras. Só não sabia que você era uma delas...

Por quê..."

Senseless.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Aprendi, hoje de manhã, quem um "eu te amo" pode não ser uma declaração de amor. Que um "me desculpe" pode ser tão sincero quanto uma declaração de amor.

Aprendi que não devo me meter na vida dos outros. E que os outros tem sentimentos, como eu, e que devo respeitá-los.

Me pergunto se um simples ato meu pode mudar completamente o rumo da vida de uma pessoa. E se sim...

Odeio machucar as pessoas. Seja fisicamente, seja emocionalmente. Machucar as pessoas especiais, então?

...

"Memento Mori"

domingo, 29 de novembro de 2009

Fogo.

 Belo, hipnotizante. Representa o vigor, a força. Salva e destrói. Eu diria que o fogo é o elemento mais... marcante, dentre todos os demais elementos. Singular.

Sim, posso escrever essas coisas... que possivelmente só fazem sentido para mim. Eu me sinto bem quando eu escrevo. Posso me imaginar em um lugar melhor... melhor que esse mundo em que vivemos.

Não me engano. Não quero cair novamente no abismo, um diferente do citado no 1º post desse blog, o abismo da Insanidade. Que a verdade seja dita: ja fui louco. Por muitas coisas. Mas ser louco, insano, simplesmente não compensa. Cada ato seu... você sente quase "vergonha" de cada ato seu.

 Por isso decidi deixar a insanidade de lado. Decidi... tentar adivinhar o futuro, pensar em cada detalhe.

Resumindo? Virei somente mais um robô. Até quando? Gostaria de saber...

"These emotions that fills me... Are they true? Aren't they some kind of illusion? Because I'm sick of illusions. My life was one..."

 Ela morreu.

 Rostos desconhecidos me encaravam. Tinham uma expressão de medo e insegurança. Sim, foi um funeral triste. A mãe dela não aguentou e desmaiou.
 Para muitos, eu deveria ser um estranho. Mas não. Alguns me acusariam de tê-la matado. Metade verdade, metade mentira.
 Acho que tudo começou por quê eu decidi matá-la... dentro de mim. Instinto de sobrevivência. É, um paradoxo também. Como eu poderia viver com ela? Como eu poderia viver SEM ela?
 Fiquei... arrasado. Como eu poderia viver agora? A razão da minha existência simplesmente... desapareceu. Sua centelha de luz se apagou.
 Os rostos desconhecidos continuavam me encarando. Mas agora, estavam com uma expressão de... ódio.

 Será que eu, ao matá-la dentro de mim, também à matei nesse mundo? Dúvidas...

"In vain have I struggled. It will not do. My feelings will not be repressed. You must allow me to tell you how ardently I admire and love you."

But it's too late.

sábado, 28 de novembro de 2009

Sinto um vazio... diferente. Não era pra ser assim. Na verdade, não sei nem se era pra tudo isso ter acontecido... Tentei combater os meus sentimentos com o ódio. Mas não dá. É incrível o modo como eu sou conquistado cada vez mais. É um saco isso, viu.
Mas estou com esse vazio enorme dentro de mim. É um misto de tédio... com agonia. Não sei se vai continuar. Só tenho uma certeza: se continuar, vai ficar muito pior. Por quê eu sinto um abismo entre tudo isso. E, a cada dia, esse abismo aumenta de tamanho.
Estou com medo. E até um pouco contrariado com isso tudo. Não sou de nadar oceanos para morrer numa praia, mas parece que desta vez... não tem jeito. Tento me salvar, procuro coisas legais para fazer, mas mesmo assim eu NÃO CONSIGO. Eu sei que isso é deprimente, mas é a minha situação.
E esse abismo... um dia, eu vou cair nele. E vai ser como antes. Estarei a salvo, mas não de verdade. Meu corpo estará aqui, mas minha mente ainda estará sendo torturada por esses demônios internos que tanto me importunam.
E o abismo vai aumentando...

"Love is such a scary thing... that’s why we run away as we search for it."